(Cliché)[Cala-t...'s profileInsóniaPhotosBlogLists Tools Help

Blog


    October 31

    Cama fria..

     
       Agora que durmo sozinho, assim penso da saudade, da vontade de beber um vinho, enquanto olho para a cidade. Que desejo furtivo, de já ter conhecido o amor, não aquele que me dás mas aquele que sempre quis, aquele utópico pensamento de estar sempre à vontade.
       É bom teu corpo, teu desejo cheira a mar, que vontade absurda de ir. De estar e encantar. Agoro que durmo sozinho, apenas posso sonhar, em estar contigo novamente, abraçados com o luar.
     
     
    [poesias à parte... adoro]
    October 28

    Quando o Inverno chegou!!!

     
     
        Quando o Inverno chegou, senti um carinho, dado pela brisa gelada do vento em minha face.. Carpi por calor, por um corpo doce que se enrolasse ao meu, carpi. Fiquei calado, olhei, engendrei.. deixei-me estar.
       Penso, agora, se assim poderei proceder bem, ficar com aquele [teu(meu)corpo]. Abusar, tocar, beijar, e apenas estar. Que desejo absurdo de ter, d'[a]mar.
     
     
                         Agora calar-me-ei.. E esperarei pela Primavera [contigo(em)mim].
    October 05

    Paisagens de amor numa viagem suspensa. [parte_02]

       Boa tarde..
       Posso sentar aqui, as pessoas não param de gritar neste carro tão cheio, que viagem.. Sim, senta. E parados ficamos um pouco, olhavamos no fudo de cada um e procuravamos palavras para explicar o que se passava, senão, ou entao que situação bizarra seria aquela - o autocarro não é para relaxar, olhe a criança, a criança não vai parar de chorar e não conseguimos, mas só quero relaxar, a viagem é curta e que mais bizarrias.
       Que coisa mais estranha, dizas. Está tudo aos berros, vou hoje para Alcaçer do Sal fazer de "babysitter" e depois vou para a festa e tu? que fazes aqui, sozinho?! Estranha pergunta inicial para que se está apaixonar sem dar por isso. - Vou ter com meu mestre, passar uns dias, a olhar o horizonte, a ver o mar da linha, perto de São João, naquela encosta onde à um barzinho com uns cafés muito apeteciveis e o mar nos encara de frente com se podessemos ser absorvidos pela sua tão batida imensidão. - Sim?! - atalhaste tu pelo meio. - Foi ai que passei os ultimos dois anos de minha vida! Estava a estudar lá e passei muito tempo a olhar esse mar, essa imensidão por mim não batida mas querida.
       Ficamos parados, mas um prenúncio de que algo mais estaria nascer pairava no ar saturado daquele autocarro.

                                                            [memórias para breve]